Sustentabilidade

Meio Ambiente em Foco

Seguimos todas as normas da FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente, através da DN 74/2004, com equipamentos como: Balões Filtrantes de gases, Tocha Queimadora de Gases, Lavadores de Gases, Tanques de Decantação, Enclausuramentos, Filtros de Manga, Silo/depósito de resíduos e Fossas Sépticas.

Somos registrados no IEF – Instituto Estadual de Florestas e estamos em conformidade com as normas florestais ora ditadas pelo mesmo. Utilizamos Briquete de Moinha em substituição de parte do Carvão Vegetal utilizado, economizando o mesmo e trazendo um benefício à natureza.
Utilizamos água de poço artesiano outorgado e com relógio de medição em conformidade com o IGAM. Não descartamos nenhum resíduo líquido para fora da empresa, decantando e reciclando até mesmo a água de chuva para nosso processo produtivo.

Vantagens do Carvão Vegetal

Para se obter o ferro gusa, no processo de produção, o carvão tem papel fundamental, pois fornece o carbono necessário para transformar e purificar o minério. O desenvolvimento das grandes siderúrgicas do mundo se baseou na utilização de carvão mineral ou coque metalúrgico e as siderúrgicas brasileiras não integradas utilizam o carvão vegetal por inúmeras vantagens.

O carvão mineral ou coque metalúrgico é um mineral de cor marrom ou preta é um combustível fóssil natural, extraído por processos através de mineração da terra. Formado após o soterramento e decomposição de restos materiais de origem vegetal. Gradativamente, esses materiais, ao sofrerem compactação e soterramento ao longo de milhares de anos, apresentaram enriquecimento no teor de carbono.

Sabe-se que a queima de combustíveis fósseis resulta na emissão de uma série de poluentes. Nesta categoria encontramos o carvão mineral, ele é um dos grandes vilões do aquecimento global e do efeito estufa.
As políticas para a redução de importação de coque metalúrgico e carvão mineral fizeram a produção de carvão vegetal crescer muito nos anos 80, atingindo o pico em 1989 (40% da produção de ferro gusa).

O carvão vegetal é um sub-produto florestal resultante da pirólise da madeira, também conhecida como carbonização ou destilação seca da madeira. No processo de carbonização a madeira é aquecida em ambiente fechado, com controle sobre a entrada e saída de gases, atingindo temperaturas superiores a 300°C, desprendendo vapor d´água, líquidos orgânicos e gases não condensáveis, isso, no processo normal de fabricação e resultando no carvão vegetal como produto final.

A tecnologia começou a evoluir dos tradicionais fornos “rabo quente” para fornalhas retangulares e processos muito mais eficientes estão sendo gradualmente adotados, sendo que o uso de florestas plantadas reduz os custos de transporte.
Buscam-se tecnologias mais limpas e eficientes, incluindo a utilização de sub-produtos (do alcatrão e dos gases efluentes).

Fotossíntese: Fixa CO2 da atmosfera, retendo na própria árvore e libera o O2produzido.

Purificação da atmosfera e conseqüente geração de energia limpa.

Fe2O3 + 3 CO = 2 Fe + 3 CO2.

COMBUSTÍVEL POLUENTE
Material
Particulado
(g/10**5 kcal)
Óxidos de
enxofre
(g/10**5 kcal)
Óxidos de
Nitrogênio
(g/10**5 kcal)
Carvão vegetal
PCS = 7250 kcal/kg
68,960 39,407 20,693
Carvão mineral* (CV-40 Sta
Catarina)
PCS = 4500 kcal/kg
2221,908 1266,487 166,643

Destinação da Escória

As indústrias cimenteiras utilizam para a fabricação do cimento, em sua maioria, escórias provenientes dos altos-fornos à coque metalúrgico. Entretanto, a escória proveniente de alto-forno à carvão vegetal tem a vantagem de ser uma fonte renovável de energia e a Siderúrgica Barão de Mauá destina toda a sua geração de escória para este fim.